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GENTE COM IDÉIAS OSA

Cada cliente recebe tratamento exclusivo de acordo com suas necessidades, nossos profissionais passão por rigoroso processo de seleção e cada novo contrato recebe um visto de surpevisão, dentro qual, nenhum processo é aceito pela OSA sem antes passar por rigorosa triagem, afim de, reduzir ao máximo riscos comuns de um processo de marcas, patentes e outros pertinentes.

Nossa triagem é baseada no bom senso ético, acercado aos direitos e deveres da Propriedade Intelectual constituido em levantamento da marca e/ou patente dentro e fora do INPI – Instituto Nacional da Propriedade Intelectual. Fazemos no direito de negar uma ação quando vistamos um médio para alto risco de perda.

É com essa filosofia que a OSA vem crescendo a cada dia, filosofia esta de, respeitar a inteligência de nossos investidores, parceiros, funcionários, correspondentes e colaboradores dentro e/ou fora do Brasil.


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REGISTRAR PRA QUÊ!

Ao iniciar uma atividade comercial, temos que definir uma marca (criar um nome), uma formalidade  necessária e exigida para se tentar diferenciar uma empresa da outra e é claro, conseguir o registro na Junta Comercial de sua cidade.

Então vamos as orientações. Tentamos definir qualquer coisa que se aproxime como marca, iniciais des nomes e/ou sobrenomes de tudo que se possa imaginar. Lembramos que o nome passará por pesquisas na junta comercial de sua cidade.

Pós definição, iniciamos as operações porém, nos deparamos com outra dúvida: seria possível a existência de outra(s) instituição operando com o mesmo nome e atividade. Como iremos nos diferenciar?

Vamos estudar um pouco de historia. Quando os fenícios criavam as marcas. Naquela época os produtos se diferenciavam uns aos outros com a região de origem aplicado a simbologia, aqui aplicada como “MARCA”. Com metodo visto hoje de forma arcáica, porém, eficaz, era possível facil se diferenciar um algodão vindos do continente Africano de um egípcio ou um tapete comum de um “persa”. Com o passar dos anos a relação MARCA x PRODUTO ficavam mais difíceis a sua diferenciação.

Nos dias de hoje, qual a função da marca?

Uma empreendedor tende a dar seu melhor, investir em pesquisas, treinar funcionários, investir em campanhas publicitárias, fornecer o melhor e mais adequado produtos e/ou serviços a seus clientes, tudo para fortalecer a marca e afixa por definitivo no mercado e para que não ocorra uma confusão ao consumidor final entre quem é quem e que não se corra o risco de ter todos os esforços confundido com um prestador (empresa) semelhante, porém, que aplique de forma a vir á confundir a sua marca com a marca de terceiros, aplica-se o direito de registro tda marca, tornando a marca inconfundivel, tanto no teor marcário quanto na qualidade dos produtos e/ou serviços por ela prestados.

No que irá adiantar aplicar diferenciais, se o consumidor final não tiver como identificá-la, caso venha a acontecer, sua marca se tornará o que chamamos de “commoditie”, e passará a ser tudo igual.

fonte: Diretoria OSA


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DOSSIÊ DO CONHECIMENTO

Patentes. Em contrapartida à publicação da descrição da invenção, a patente proíbe qualquer exploração (fabricação, uso, venda ou importação) por terceiros sem autorização de seu titular. A proteção da invenção é limitada no tempo (geralmente por um período de vinte anos contados da data de depósito do pedido).

Marcas. Quando uma marca é registrada, nenhuma pessoa ou empresa além da detentora do registro pode fazer uso dela em produtos ou serviços idênticos ou similares. A proteção de uma marca não é, em geral, limitada no tempo, sempre que seu registro seja periodicamente renovado e que a marca continue sendo utilizada.

Concorrência desleal. São reprimidos os atos que, no quadro das atividades comerciais ou industriais, se mostrem “contrários aos usos honestos”: as práticas que se prestem a criar confusão com produtos, serviços, atividades industriais ou comerciais de outra empresa, ou que consistam em aproveitar-se indevidamente de sua reputação (contrafação); as falsas afirmações, que se prestem a desacreditar as atividades de uma empresa; as indicações ou afirmações que possam induzir o público a erro, principalmente quanto ao modo de fabricação de um produto ou serviço ou quanto à sua qualidade; a compra ilícita, divulgação ou uso de segredos de fabricação, etc.

O direito autoral aplica-se às obras literárias e artísticas. Os direitos “patrimoniais” não são, em geral, direitos exclusivo de autorização mas simples direitos de remuneração; assim, em certos países, qualquer obra pode ser difundida por rádio. Alguns usos estritamente definidos (citações, uso da obra para fins didáticos, uso de artigos que tratam de questões políticas ou econômicas em outros jornais) não necessitam de autorização nem pagamento de qualquer remuneração.

Os criadores gozam igualmente de direitos “morais” em virtude dos quais podem reivindicar sua qualidade de autor e exigir que seu nome seja mencionado nos exemplares da obra e quando de outros usos desta, e têm o direito de opor-se à mutilação ou deformação de suas obras. O titular do direito autoral pode, na maioria dos casos, transferir seu direito ou autorizar, sob licença, certos usos de sua obra. Mas os direitos morais são, em geral, inalienáveis, embora o autor possa renunciar a seu exercício.

(Fonte: Síntese de documentos da OMPI)


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CARTÃO NO CELULAR

CLIENTE OSA PAGA SUAS GUIAS USANDO O Oi PAGGO, O CARTÃO DE CRÉDITO VIA TELEFONE MÓVEL DA Oi.

 

· Ação tem objetivo de reforçar a rede de aceitação do Oi Paggo nos locais em que a penetração das bandeiras atuais é limitada

 

· Clientes poderão usufruir de benefícios como: controle dos gastos já realizados a cada nova compra, isenção de anuidade e recarga via Oi Paggo

 

 

 

Rio de Janeiro, 06 de abril de 2009 – O Oi Paggo, o cartão de crédito via telefone móvel da Oi, inicia, a partir de hoje, nova fase de investimentos em mais de vinte municípios que já possuem o serviço inovador de mobile-payment, O objetivo da ação é criar uma sólida rede de aceitação do Oi Paggo em áreas em que a penetração das bandeiras atuais de cartões de crédito é limitada, como nos estabelecimentos de pequeno porte ou de tíquete médio baixo. O serviço é baseado em tecnologia celular e, por isso, mais barato que o terminal tradicional (POS).

 

Na ação que terá início hoje, promotores farão a divulgação e degustação do Oi Paggo, para demonstrar aos lojistas como é o funcionamento do serviço. Nesta etapa haverá ainda oferta do chip Oi Paggo Lojista grátis. A ação do Oi Paggo, ocorrerá inicialmente em algumas praças do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Alagoas, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba*.

 

O serviço possui diversos benefícios para os clientes. Entre eles estão: a possibilidade de controle dos gastos, já que a cada nova transação o cliente recebe uma mensagem dizendo quanto já gastou e quanto ainda possui de crédito; a isenção de anuidade com a cobrança de uma pequena taxa de R$ 2,99 apenas nos meses em que o serviço é utilizado; e a possibilidade de efetuar recargas com praticidade e rapidez a partir de R$ 1,00 via Oi Paggo. Assim, o cliente não fica sem o serviço móvel independente do local onde esteja ou do fato de ter dinheiro no bolso.

 

O Oi Paggo é à prova de fraude e de clonagem e 100% seguro uma vez que para concluir a transação, o cliente precisa digitar uma senha pessoal a partir de seu próprio telefone móvel. Esta característica evita um dos maiores problemas dos cartões tradicionais: compras que o cliente não reconhece. Adicionalmente, este mecanismo supre as necessidades de segurança para compras feitas pela internet ou à distância, como no caso de serviços de entrega (delivery). Buscando ampliar sua aceitação na Internet, a Oi Paggo fechou recentemente uma parceria comercial com a Braspag, principal empresa da América Latina no segmento de processamento de transações via Internet.

 

O Oi Paggo também possui os benefícios dos cartões convencionais, como: limite de crédito, fatura separada da conta do Oi (para que o usuário escolha a melhor data de vencimento e o valor do pagamento), possibilidade de pagamento mínimo de 20% da fatura e até 40 dias para pagar.

 

Já as vantagens do Oi Paggo para os lojistas englobam redução de custos e conveniência. Na utilização do serviço, eles pagam uma taxa de administração menor que a praticada atualmente no mercado. Como o sistema é baseado em tecnologia celular, o lojista Oi Paggo não paga aluguel de terminal tradicional (POS). Basta que ele tenha um celular desbloqueado, com o Chip Oi Paggo Lojista, e seja credenciado pela empresa. Além disso, tanto cliente como lojista não pagam pelos SMS das transações.

 

* RJ (Niterói e São Gonçalo), MG (Belo Horizonte, Juiz de Fora e Ipatinga), BA (Salvador e Lauro de Freitas), AL (Maceió), PE (Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista e Camaragibe), CE (Fortaleza, Maracanaú e Caucaia), RN (Natal, Mossoró e Parnamirim), PB (João Pessoa e Campina Grande)

 

 

Para se tornar um usuário do Oi Paggo, o cliente deve se cadastrar nas Lojas Oi ou pela central de atendimento (0800 285 3110). Em alguns casos, é necessário enviar cópias da carteira de identidade, CPF e comprovante de renda. Os documentos são submetidos à análise de crédito pelo sistema, que estabelece o limite concedido para que o cliente possa começar a realizar suas compras.

 

 

 

Oi, a maior empresa brasileira de telecomunicações, a Oi é pioneira na prestação de serviços convergentes no país. Oferece transmissão de voz local e de longa distância, telefonia móvel, comunicação de dados, internet e entretenimento. Com a compra do controle da Brasil Telecom, este ano a Oi passa a atuar em todo o território nacional.

 

No ano passado, a Oi também passou a fazer parte do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa refletindo o alto grau de comprometimento da companhia com a responsabilidade social e a adoção de práticas gerenciais sustentáveis. Juntas, Oi e BrT terminaram 2008 com cerca de 55,9 milhões de clientes, sendo 22 milhões em telefonia fixa, 30 milhões em telefonia móvel, 3,8 milhões em banda larga e 61 mil em TV por assinatura.


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ALGODÃO COLORIDO

Ao iniciar o processo de indicação geográfica no INPI nesta segunda-feira, dia 27 de julho de 2009, os responsáveis pelo algodão colorido da Paraíba apresentaram mais do que um produto diferenciado (e colorido naturalmente): a idéia é aliar os aspectos ecológico, social e regional na produção de roupas e acessórios. E eles ainda possuem uma vantagem: o produto é antialérgico, pois os tecidos não precisam ser tingidos.

A certificação daria um impulso extra aos produtos têxteis feitos com o algodão colorido naturalmente, já vendidos em 150 locais no Brasil e 11 países, incluindo Estados Unidos, Japão, Itália e Austrália.

- Com a IG, pretendemos estimular a economia local e resgatar a memória da Paraíba na produção do algodão, mas com um olhar diferenciado, incluindo as preocupações social e ecológico – comentou Maysa Gadelha, diretora da Coopnatural, a cooperativa responsável pelos produtos com algodão colorido.

Por sinal, toda a cadeia produtiva está organizada no sistema de cooperativa. Cerca de 230 famílias em 25 cidades da Paraíba cultivam o algodão, cuja cor se deve à genética deste produto tradicional no estado nordestino. A venda do algodão gera mais de R$ 420 mil em renda para as famílias a cada ano.

Vale lembrar que toda a produção é feita sem agrotóxicos, o que garante o aspecto ecológico. A capacitação técnica dos envolvidos e a geração de renda asseguram o caráter social ao projeto. Finalmente, a expansão do negócio contribui para retomar a tradição da Paraíba na produção de algodão: a região de Campina Grande já chegou a ser a segunda maior exportadora mundial do produto.

- Mais de 80% das terras do estado já foram ocupadas pelo algodão, mas este percentual caiu para 50%. E nada substituiu a força econômica do produto na Paraíba – analisou Maysa Gadelha.

A partir de agora, o pedido será analisado pela Coordenação-Geral de Outros Registros, da Diretoria de Contratos de Tecnologia e Outros Registros do INPI. A coordenadora-geral da área, Maria Alice Calliari, festeja o interesse crescente pela IG (este é o quarto pedido em 2009, mesmo número de 2008 inteiro) e ressalta seu diferencial:

- A indicação geográfica é fundamental para a valorização dos produtos regionais e para a busca de novos mercados – disse.

De olho na Denominação de Origem

Em mais uma demonstração deste interesse crescente, Maria Alice Calliari esteve, entre os dias 22 e 23 de julho, em Carmo de Minas (MG), num evento com produtores de café da Serra da Mantiqueira. Eles estudam a possibilidade de transformar um pedido de Indicação de Procedência (IP), modalidade da IG que apenas relaciona o produto à região, e que foi a mesma solicitada pelo algodão da Paraíba, numa Denominação de Origem (DO), quando se consegue provar que as características do produto se devem essencialmente aos aspectos geográficos ou humanos.

Atualmente, o Brasil possui seis indicações geográficas protegidas: o Vale dos Vinhedos (RS), para o vinho; o Pampa Gaúcho da Campanha Meridional (RS), para a carne; o Cerrado Mineiro (MG), para o café; Paraty (RJ), para a cachaça; o Vale dos Sinos (RS), para a cachaça; e o Vale do Submédio São Francisco (BA/PE) para as uvas e mangas.

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REGISTRAR E EXPORTAR

As pequenas e médias empresas (PMEs) representaram 75% das exportações brasileiras em 2008. Porém, toda esta riqueza pode estar em risco devido à falta de proteção dos seus ativos intelectuais e ao baixo índice de inovação nas PMEs. Foi o que ficou claro durante o seminário “PI em Questão: Desafio do uso da Propriedade Intelectual pelas pequenas e médias empresas como mecanismo de competitividade e cooperação”, realizado pela Academia de Inovação e Propriedade Intelectual do INPI, no dia 20 de julho de 2009, no Rio de Janeiro.

Ao analisar a importância das PMEs para a exportação e a geração de empregos no Brasil, a pesquisadora do INPI Luciana Goulart lembrou que a competitividade do mercado global exige a proteção dos ativos de propriedade intelectual, como marcas, patentes e desenhos industriais. Sem isso, as PMEs ficam à mercê dos “sócios indesejados”, como Goulart classificou os concorrentes que copiam produtos nos países em que eles não estão protegidos.

Se a concorrência global já é um problema sério para as PMEs, as dificuldades das próprias empresas complicam ainda mais a situação. Marília Brito, gestora do núcleo de projeto da Associação Comercial do Rio de Janeiro, citou pesquisa mostrando que apenas 0,6% das micro e pequenas empresas são inovadoras.

Mesmo na indústria, onde há diversas empresas com maior porte, apenas 5% delas usam patentes, como revelou o pesquisador do INPI Mauro Catharino. Ele mencionou outro dado preocupante: mesmo no setor aeroespacial, no qual o Brasil possui tecnologia de ponta, 85% das empresas não têm nenhum contrato de licenciamento de tecnologia registrado no INPI, o que revela o fraco índice de transações com invenções protegidas.

O resultado reflete um cenário no qual as empresas também encontram uma série de empecilhos, como os problemas para importar, a alta carga tributária e as exigências das legislações regulatórias e ambientais, como afirmou Waldemir Silveira, da empresa Biodevices.

Mesmo assim, o desafio deve ser enfrentado para garantir que as PMEs continuem se destacando como exportadoras e geradoras de emprego. Para isso, entidades como o INPI, a Associação Comercial do Rio e o Sebrae mostraram, durante o evento, que estão fazendo sua parte, seja com atividades de capacitação, materiais informativos ou projetos de assessoria técnica. O caminho é longo, mas está sendo trilhado.

Defesa de dissertação

Também no dia 20 de julho, a Academia de Inovação e Propriedade Intelectual realizou a defesa da dissertação de Mestrado do servidor do Instituto Raul Suster, que apresentou o trabalho A Lei nº 9.279/96 – Lei da Propriedade Industrial, sua influência no cenário nacional de patenteamento de fármacos.

O trabalho foi aprovado pela banca composta pelos professores Zea Duque Vieira Luna Mayerhoff (orientadora, do INPI), Gerson Rosemberg (Fiocruz/UFRJ) e Rita Pinheiro Machado (INPI).

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INDICAÇÃO GEOGRÁFICA

O Brasil ganhou a sua sexta indicação geográfica: é o Vale do Submédio São Francisco, para uvas de mesa e mangas. O certificado foi concedido pelo INPI, no dia 7 de julho de 2009, ao Conselho da União das Associações e Cooperativas dos Produtores de Uvas de Mesa e Mangas do Vale do Submédio São Francisco (Univale). A Coordenação-Geral de Outros Registros, da Diretoria de Contratos de Tecnologia e Outros Registros do INPI é a responsável pela concessão das IGs.

Localizado entre a Bahia e Pernambuco, o Vale concentra o maior pólo de fruticultura irrigada do Brasil, que também é um dos principais exportadores de manga da América do Sul. Esta foi a primeira Indicação Geográfica para produtos da Região Nordeste.

Com isso, o Vale do Submédio São Francisco se junta ao Vale dos Sinos (RS), para o couro acabado; o Vale dos Vinhedos (RS), para os vinhos; a Região do Cerrado Mineiro (MG), para o café; o Pampa Gaúcho da Campanha Meridional (RS), para a carne bovina; e Paraty (RJ), para a cachaça.

Com o certificado, o Vale do Submédio São Francisco segue o exemplo do Vale dos Vinhedos, que foi a primeira Indicação Geográfica concedida a brasileiros, em 2002. Na região, as terras se valorizaram entre 200% e 500% e, segundo dados da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale), o número de visitantes na região cresceu 168% entre 2001 e 2007, passando de 45 mil para 120 mil.

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O QUE VALE UMA MARCA

Todo dia tem alguém dizendo que a marca é o ativo mais importante da empresa, que vale isso ou aquilo. Que a publicidade ajuda a construir a imagem da marca, o atendimento é importante para valorizar a marca: marca, marca, marca…..

Não sei porque perdem tanto tempo tentando nos convencer que a marca é importante, afinal, no Brasil os empresários não dão valor para a marca mesmo.

Você que está lendo esse artigo, já registrou a sua marca?

Não? Viu como eu tenho razão!

MARCA NÃO VALE NADA, SE FOSSE TÃO IMPORTANTE, O REGISTRO SERIA OBRIGATÓRIO!

Vou provar novamente: em 2003 foram criadas 43.000 novas empresas no RS segundo números da Junta Comercial, e sabe quantas marcas novas foram depositadas? Só 6.000! Mas não se empolgue: mais de 50% dessas marcas foram novos logotipos para marcas já existentes, daquelas poucas empresas que dão valor à marca então temos umas 3.000 marcas realmente novas viu?

MARCA NÃO VALE NADA!

Se a maioria faz uma coisa é porque esse deve ser o caminho a ser seguido, não é? Então, se a maioria não registra a marca, isso é o que deve ser feito.

Mas não se preocupe, essas empresas que registram marcas não devem durar muito tempo, logo só existirão empresas sem marca. Afinal, Marcopolo, Embraco, Mueller Eletrodomésticos, Fitesa, Multibrás, empresas assim, que ficam perdendo tempo e gastando dinheiro com bobagens como a marca (ou pior, patentes) estão com os dias contados! Desperdiçar dinheiro em época de crise, que loucura!

Pra que se preocupar com marca, afinal, se der problema a gente muda de nome, não é mesmo? A “inovação” não é tão valorizada? Então, você pode inovar e ter uma empresa que muda de nome todo ano. Já pensou? Não vai ser interessante, cada ano uma marca nova modernidade total!

Conheço uma empresa que usava a mesma marca há 40 anos, agora não usa mais, uma outra empresa registrou a marca deles e os obrigou a mudar ainda bem! Já pensou, quarenta anos o mesmo nome, enjoa, não é? Agora sim eles estão mais modernos, nome novo, fachada nova, tudo novo, como se estivessem começando agora.

Mas sabe que, às vezes, eu também fico influenciado com essa baboseira de marca ser importante, fico pensando que, se ela realmente tivesse valor, seria protegida – por que o que é importante a gente protege, não é?

Fazemos seguro do carro, da casa, seguro-saúde para os filhos, previdência privada, essas coisas para proteger o que consideramos importante, talvez exista um seguro para marca também.

Se a marca tivesse valor, poderíamos contabiliza-lo, ganhar dinheiro com ela, vender, alugar (licenciar), quem sabe algo mais complexo, como o tal franchising ou pelo menos impedir que alguém a copie, afinal, ninguém copia coisa ruim, não é? Se alguém copia, é porque é bom, certo?

Deixa pra lá… MARCA NÃO VALE NADA.


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